Ideias Soltas
Saí de casa, entrei no carro e a meio do caminho percebi que não trazia o telemóvel. A minha mulher estava comigo e tinha o dela, por isso, não havia motivo para temer uma eventual emergência. E agora? Voltar a casa ou não?
Mais tarde ou mais cedo, todos enfrentamos tarefas que acabamos por evitar e deixar por fazer. Como podemos dar a volta a esta situação?
O “Diga lá.” é uma forma de receber, sem verdadeiramente fazê-lo. É um, estou disponível para ajudar, mas a uma certa distancia. Fique aí, fique lá, a uma distância segura, porque eu só estou disponível até certo ponto. É um, mais do que isto só dou aqueles de quem eu gosto e ainda não sei se gosto de si, ou se quero fazer o esforço.
“A minha equipa sabe que tenho sempre a porta aberta”. É excelente para a gestão de equipas, mas quais as consequências para a gestão do seu tempo? Será que os seus colegas precisam da porta aberta sempre, para poderem contactar a qualquer momento? Qual o custo em interrupções? Consegue ter tempo para fazer trabalho que exija foco?
Tendemos a associar o conceito de poder com outros conceitos, como estatuto, cargo ou autoridade formal. Olhamos para esses cargos e comentamos, umas vezes com admiração, outras de forma critica, o exercício do seu poder.
Não estou a perguntar quem é a pessoa mais importante na sua vida, mas na sua Gestão de Tempo (GT). Ao discutir sobre o que influi na GT, muitas vezes surge um obstáculo. As obrigações com outras pessoas, família, hierarquia ou clientes.
